Toc Toc

Transtorno obsessivo-compulsivo, conhecido popularmente pela sigla TOC, oficialmente é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade. Está descrito na quinta edição do Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais, o DSM-V e na décima edição da CID (Classificação Internacional de Doenças). Sua principal característica é a presença de crises recorrentes de pensamentos obsessivos, intrusivos e em alguns casos comportamentos compulsivos e repetitivos.

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Existem diversas formas em que a doença se manifesta, mas basicamente apenas dois tipos de TOC: o transtorno obsessivo-compulsivo no qual predominam os pensamentos obsessivos, mas a pessoa não tem comportamentos compulsivos, e o transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito, caracterizado pelas obsessões e rituais que se repetem com frequência, cuja ansiedade só pode ser aliviada e controlada por meio dos tais rituais, que são repetidos compulsivamente. E nesse tipo, mais estereotipado, que o argumento é baseado. 

Chega de medicina…

Então, por mais sem sentido que possa ser, o longa Toc Toc usa essa terrível doença como mote central e deu muito certo.

Basicamente é isso: seis personagens com transtorno obsessivo-compulsivo se reúnem na sala de espera de um psiquiatra. A intenção, claro, é tratar a doença. O profissional “não aparece” e eles que terão de chegar às suas próprias conclusões, explorando suas características e particularidades.

É uma comédia espanhola de 2017, dirigido por Vicente Villanueva. O elenco conta com Rossy de Palma, Paco León, Inma Cuevas, Óscar Martínez, Alexandra Jiménez, e vale muito a pena.

O filme provoca aquele riso solto, natural, sem apelação. O enredo é muito bem explorado e as características de cada personagem é a cereja do bolo.

Enfim, é bem bolado e merece ser visto.

Está no Netflix.


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