The Spy Gone North

The Spy Gone North é um excelente filme. (Tanto que vi em duas oportunidades distintas. Os dois palpites estão aqui no Partiu Cinema)

Afirmo isso basicamente por quatro fatores.

Primeiro, por tratar-se de um filme relativamente barato e do cinema não comercial. Segundo, porque tem um tema eletrizante e nunca saturado, que é o da espionagem entre nações. Terceiro, por sair do “lugar” comum em obras deste tipo que acontecem sempre entre russos e norte-americanos e explora as duas Coreias, desnudando um novo universo na área. E, quarto, por ser basicamente bem feito. É um longa simples e objetivo, sem perder em qualidade em nenhum quesito necessário para a realização de um bom cinema.

Resumo

A sinopse: em 1993, a Guerra Fria continuava nas Coreias. Seok-young Park (Hwang Jung-Min), é um espião militar da Coreia do Sul enviado ao país inimigo (Coreia do Norte), sob o disfarce de empresário. Sua missão é descobrir os segredos relacionados ao desenvolvimento de armas nucleares pelo regime comunista. Com o tempo, ele ganha a confiança dos norte coreanos e consegue se infiltrar dentro do primeiro escalão do Partido Comunista, mostrando uma realidade nova e inaceitável para os padrões do ocidente.

Outro detalhe nada irrelevante, é que a história é baseada em um fato real, claro, um tanto romantizada como seria de se esperar, para tornar-se um bom filme.

Todos estes fatores são suficientes – e com sobra – para recomendar The Spy Gone North com veemência. É um ótimo representante do cinema alternativo.

Vejam, está no Netflix.


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