T2 Trainspotting

T2 Trainspotting é um filmaço.

“Primeiro foi a oportunidade, depois a traição. Vinte anos se passaram e muita coisa mudou, mas outras tantas não. Mark Renton volta para o único lugar que ele consegue chamar de casa. Spud, Sick Boy e Begbie – seus amigos – estão esperando por ele”.

Essa é a sinopse, desta vez não tão absurda. Mas existem várias e várias coisas a ressaltar.

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Primeiro a maneira de contar a história. Por exemplo, alguém conta a saga do chapeuzinho vermelho somente com uma leitura uniforme, sem entonação, metódica. Em um outro cenário, a história é contada com vozes imitando a menina, a avó, o lobo, enfim. E ainda em uma terceira maneira que, além das vozes, há também expressões faciais e corporais. 

Evidente que a última forma é a mais interessante. Pois Trainspotting conta uma excelente história assim: com requinte.

Bom contador

É um cinema moderno que certamente veio para ficar. Dinâmico, com um ritmo constante mas não linear e nada confuso. É uma obra fácil e boa de ver. Apesar de complexo. Creia, não é viagem minha.

Além disso, os personagens são excelentes. Figuras fora do contexto, do normal, muito bem interpretados por um elenco de fazer inveja a Hollywood.

A edição é sem precedente e a trilha sonora/efeitos são de primeiríssima linha. Enfim, ouso a dizer que é uma obra completa. Possui todos os quesitos que, a meu ver, são essenciais para um bom filme.

Outro detalhe que deve ser observado é que tudo acontece em Edimburgo, Escócia.

Então, sem querer exagerar, não percam. É uma homenagem à oitava arte.

Está no Telecine.


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