Stereo

Erik, o protagonista, é um homem comum que tem sua própria oficina de motocicletas numa pequena cidade. De repente, Henry aparece de lugar algum e começa a segui-lo como se fosse uma sombra macabra. Quanto mais Erik tenta se livrar de seu convidado, mais ele se intromete em seu caminho. Tudo complica ainda mais quando um perigoso gangster entra na briga e ameaça sua família. Erik vê sua vida sair dos trilhos e descobre que seu passado nunca esteve tão presente. Isto é, na essência, Stereo.

 É um filme de suspense alemão – gosto do cinema germânico. Veja outro exemplo aqui – de 2014 dirigido por Maximilian Erlenwein. A boa dupla de atores, Moritz Bleibtreu e Jürgen Vogel  do excelente A Onda, deixa o longa em um patamar diferenciado.

Resultado de imagem para stereo filme

O que mais me impressinou nele, porém, é a referência a uma doença que acho muito interessante e, se me permitem o termo, fantástica: a esquizofrenia.

Sei que parece estranho chamar uma doença de fantástica, mas para a literatura ou, como nesse caso, para o cinema, é uma fonte quase inesgotável de argumentos. 

Enredo

O protagonista torna-se um esquizofrênico depois de um grande trauma e esse fato é base para todo o suspense, tornando uma simples história de gangsters “malvados” em algo bem mais complexo e profundo.

Stereo vale a pena. Até pela forma diferenciada que os alemães fazem suas produções, mas principalmente pela “inovação”. Ficou bem interessante.

Chama a atenção também a trilha, mas, ressalve-se que a qualidade do som é sofrível.

Vejam. Está no Netflix.


Quer ajudar o Partiu Cinema?


www.000webhost.com