Rocketman

Imagine um enorme clip musical, cuidadosamente filmado, montado e com excelente música. Imagine, também, a biografia de uma pessoa nada convencional, um artista que beira a genialidade. Agora, finalmente, imagine um filme de ação, com excepcional trilha sonora e uma edição perfeita. Pois para de imaginar e veja (se ainda não viu): Rocketman.

A sinopse, como quase sempre, é ruim: extremamente talentoso mas muito tímido, o pianista prodígio Reginald Dwight muda seu nome para Elton John e torna-se uma estrela da música de renome internacional durante os anos 1970.

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Desta vez, porém, apesar de ruim não está errada. É isso mesmo. O que falta dizer é que o longa trata da vida de um dos mais espetaculares músicos que já existiu. Mostra de forma implacável a fase mais estonteante e ruim de sua vida, com produção do próprio Elton sem que isso, de forma alguma, interferisse negativamente no resultado da obra.

Grande ator

Ela tem uma consistência e um ritmo tal qual a música feita por seu protagonista. É forte, rápida – mas com um ritmo perfeito – e principalmente verdadeira.

Não deve ser fácil ver sua vida escancarada para todos em uma telona enorme. E é exatamente isso que acontece em Rocketman.

Vale observar também a interpretação do protagonista, Taron Egerton de Kingsman – O Círculo Dourado -, que transformou-se em Elton Jonh.

O filme foi censurado em dois países, acreditem, pelas cenas “gays”. Mais um motivo para ir ao cinema.

Vejam. Escolham um cinema com boa sonorização e vejam. Imperdível.


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