Operação Red Sparrow

Três observações. Primeira: Operação Red Sparrow é um filmaço. No sentido “antigo” da palavra. É um daqueles longas que é bom de ver. Rico em detalhes, harmonioso e bem feito.

A sinopse diz que outrora uma talentosa bailarina, Dominika Egorova, é convencida a se tornar uma Sparrow, ou seja, uma sedutora treinada em uma escola especial de espionagem russa. Após passar pelo árduo e estranho processo de aprendizagem, ela se torna a mais talentosa espiã do país e precisa lidar com o agente da CIA Nathaniel Nash. Os dois, no entanto, acabam desenvolvendo uma paixão proibida que ameaça não só suas vidas, mas também as de outras pessoas.

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Pode ser isso, com alguma boa vontade. Porém, é mais. Bem mais. É um daqueles longas de suspense de espionagem com reviravolta das reviravoltas e, claro, com os russos os bandidões e os americanos, aqueles lá do norte, evidentemente, os mocinhos.

Óbvio

Mas nada disso, natural para uma produção estado-unidense, diminui a obra. Falando em obra, ele é inspirado no livro Roleta Russa, de  Jason Matthews. Um daqueles grandões com mais de 400 páginas, mas que foi mostrado com clareza em pouco mais de duas horas. Coisa rara.

Segunda: a crítica não gostará e o público formado de pessoas normais, nós, gostaremos. E isso porque o longa, apesar de uma certa complexidade no roteiro, é simples, flui com naturalidade e, mesmo filmado em várias cidades, como Budapeste, Viena, Londres e Moscou, é muito fácil de entender e acompanhar. Fácil e gostoso.

Por fim, a terceira observação:  Jennifer Lawrence não é só linda. Ela é também uma boa atriz.

Vejam, está no Telecine.


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