O Candidato Honesto 2

Sou candidato é um cara preconceituoso: não vejo muito cinema nacional. Na verdade, vejo muito pouco. Quase nada.

E explico com uma comparação medíocre:  também não vejo o campeonato de futebol da Venezuela. Sabe porquê? Por que o futebol de lá é ruim. Baixíssimo nível técnico.

Também não assisto muita comédia, por uma razão até parecida: cinema é coisa séria. Então…  (Claro que peguei pesado e a frase anterior contém ironia, mas, é por aí mesmo. Evidente que isso não passa de uma opinião – muito questionável – pessoal)

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Agora, voltando à realidade, O Candidato Honesto 2 cumpre à risca a função única e solene de um filme do gênero comédia: fazer rir. Eu ri muito.

Bra$il

A sinopse conta que o político João Ernesto, após cumprir quatro anos de detenção, novamente se candidata à presidência e vence. Um ano depois o Brasil entra em uma grande crise e, influenciado por seu vice, João toma decisões que o levam ao impeachment.

Qualquer semelhança não é mera coincidência.

A obra faz um embaralhado de situações da política brasileira digna de um roteiro maluco. Mas, por mais incrível que possa parecer, tudo fato, afinal, falamos de Brasil. Inclusive, qualquer pessoa que não conheça com profundidade os preâmbulos do poder em Brasília ficaria sem entender metade do filme.

É um filme local, para os locais.

Resumindo, não é nenhuma obra de arte, possui inúmeros erros e deixa a desejar em vários aspectos, mas, cumpre fielmente o objetivo de fazer rir.

Vale a pena ver algumas cenas depois dos créditos. Muito legais.

Vejam, está no Telecine.


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