Nasce Uma Estrela

Nasce Uma Estrela não é novidade. 

A jovem cantora Ally ascende ao estrelato enquanto seu parceiro Jackson Maine, um renomado artista de longa carreira, cai no esquecimento por problemas com o álcool e drogas. Os momentos opostos de cada um deles em suas carreiras, acabam por minar o relacionamento amoroso dos dois. Essa nova situação traz novos fatos inerentes aos novos tempos.

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Essa, claro, é a sinopse. Pobre como quase sempre mas necessária para compreender o óbvio: histórias simples não significam maus filmes.

É exatamente isso que acontece com Nasce Uma Estrela. Apesar de nem de perto ser novidade, além de ser uma obra extremamente fácil, é um bom – eu diria até ótimo – filme.

Boa dupla

Muito provavelmente o desempenho surpreendente da Lady Gaga e do feioso  Bradley Cooper – que assina também a direção – tenham ajudado, mas, provavelmente a maneira simples que foi editado tenha sido determinante. Sempre ressalto que a simplicidade é um dos fatores mais importantes para o cinema. Indo um pouco além, para qualquer arte e – porque não? – para a própria vida. O simples é bom. O simples é rico em virtudes.

E isso faz com que o longa seja muito bom de ver. 

Outro fator que sem dúvida alguma contribuiu para o sucesso é a trilha sonora. Ela é a alma (se bem que não sei exatamente o que é isso) do filme. Em uma linguagem que não deixe dúvidas: a música é a essência. Ela é o própria obra. 

Último detalhe: a voz da Lady Gaga é belíssima. Creio que isso não seja novidade para ninguém, mas, confesso, para mim foi.

Vejam!

Está no Telecine.


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