A Lista de Schindler

A Lista de Schindler é um bálsamo para tempos difíceis, como agora, porque retrata um tempo mais difícil ainda.

A história, que realmente aconteceu, fala sobre o alemão Oskar Schindler,que viu na mão de obra judia muito barata – na verdade gratuita – uma forma para lucrar com negócios não muito honestos durante a segunda grande guerra. Com sua forte influência dentro do partido nazista, foi fácil conseguir as autorizações e abrir uma fábrica.

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Mas, felizmente, o que poderia parecer uma atitude de um homem nada bondoso, transformou-se em um dos maiores casos de amor à vida, pois  Schindler abdicou de toda sua fortuna para salvar a vida de mais de mil judeus. Uma luta espetacular contra o extermínio sionista impetrado pelo exército germânico.

Sem erro

O filme tem mais de 3 horas, é em preto e branco, mas certamente vale cada segundo. Desde o elenco até a direção, do Steven Spielberg, acredito que não é preciso dizer mais nada, ele é feito com esmero, com capricho em cada detalhe. E é riquíssimo em detalhes.

Alguns que mostram a crueldade da guerra, como se fosse qualquer guerra, e outros que mostram ainda ser possível ter esperança. 

A loucura, o poder, o sadismo, a maldade. Enfim, todos os sentimentos ou razões que povoam um período bélico estão muito bem representados. Com uma clareza que choca. E faz aquele aperto no peito aumentar, aumentar… Dá uma certa nostalgia e vergonha juntos. É trágico.

Quando não consigo ver boas produções, apelo para o passado. Esse clássico do cinema mundial me salvou de tanta coisa ruim que andam fazendo ultimamente.

Vejam, está no Netflix.


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