Guerreiros do Futuro

Em um mundo pós-apocalíptico atormentado pelo calor, devastado pela doença e mutilado pela guerra crônica, um jovem de origem nobre embarca em uma viagem pelo deserto a fim de encontrar remédio para a sua mãe moribunda. Armado com seu fiel guarda-costas e com apenas uma tênue esperança de que este medicamento realmente exista, ele deve lutar com coragem e enfrentar todos os perigos. Então? Não dá vontade de ver? Dá, né! Mas, infelizmente, não é nada disso. Guerreiros do Futuro é ruim. E pobre.

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Além  disso, o cara que escreveu essa sinopse maluca estava doidão na hora. Só pode ser isso. Porque não há nenhum fiel guarda-costa e nada de nobreza (O apelido do protagonista é príncipe). O cara viajou legal.

Lástima

Enfim, o filme é uma coleção de erros. Não falo da parte técnica, que até não deixa a desejar, mas cenas que deveriam ser comuns e irrelevantes, com os erros, tornam-se faraônicas.

Como exemplo, em um diálogo com uma “bandidona” malvada e cruel diz que “adoraria ver uma árvore, uma planta qualquer” e, na cena seguinte, no mesmo ambiente, a câmera sobe lentamente mostrando lindas palmeiras à beira-mar.

Além disso, temos robô que sente dor, episódios infantis, como quando o protagonista retorna para salvar o robô e, mesmo no meio de uma luta de várias pessoas, dezenas, esconde-se atrás de paredes e colunas, e, creiam, ninguém o vê.

Última: o robô está se apaixonando por uma menina que a salvou e diz: “eles estão vindo”. Depois dessa frase, passam a noite juntas, fazendo amor e, pela manhã, enfim, “eles” chegam.

Não dá. Simplesmente isso.

Não veja.

Está no Telecine.


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