Fahrenheit 11/9

Fahrenheit 11/9 e Fahrenheit 9/11.

As semelhanças não ficam apenas na inversão das datas. Uma refere-se aos atentados nas torres gêmeas, uma catástrofe, e trata do desastroso ex-presidente George Bush. A outra refere-se ao dia em que Trump foi eleito. De acordo com Michael Moore, outra catástrofe possivelmente ainda pior, e é dirigida ao atual presidente dos EUA.

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Moore, além de saber fazer cinema como poucos, é um cara politicamente exposto. Afiado, voraz. Neste último documentário ele não poupa a Hillary e muito menos o Obama. Não preciso nem mencionar que o Partido Republicano e também os Democratas são achincalhados. E, talvez por isso perturba tanto, com razão.

Caos

Termina o filme e o clima fica literalmente de terra arrasada. Talvez até por comprovar uma tese minha, que costumo usar com frequência em discussões com amigos, onde afirmo que na política “não têm mocinhos, só bandidos”.

Por falar nisso, a semelhança com o que passamos no Brasil nestes tempos bicudos não é pouca. Parece que o poder daqui copiou as artimanhas e até as frases feitas do poder de lá. (Não pode dar certo mesmo).

Mas, política à parte, a obra de Moore é sensacional. O ritmo e a narrativa constante são uma verdadeira aula. Vale a pena, não só pelo cinema em si, mas também para vermos que “rolo” danado estamos metido.

Vejam, está no Netflix, grátis para assinantes.


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