Depois Daquela Montanha

Depois Daquela Montanha tem como protagonista uma das minhas atrizes preferidas: Kate Winslet. É, além de uma bela atriz, uma pessoa especial, um exemplo.

Infelizmente, porém, minhas preferências não determinam a qualidade de um filme. Nem cenários maravilhosos, nem dinheiro, nem mesmo uma boa produção.

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São muitos fatores que levam uma obra a ser boa ou ruim. Depois Daquela Montanha têm vários tópicos que deveriam impor um verdadeiro salvo conduto ao sucesso, mas isso não acontece.

Sucesso?

Devo admitir que ocorrerá com este filme o que normalmente dá-se ao contrário: o público em geral aprovará e a crítica não. Desta vez fico relutantemente para o lado dos chatos.

É relativamente simples entender este fenômeno: todo o longa foi feito para atingir os sentimentos mais puros e singelos do espectador. Ele explora o “amor” de uma forma bastante apelativa e convencional. Em outras palavras: é um verdadeiro água com açúcar. E, claro, isso cai no gosto da grande maioria das pessoas. É quase como ouvir uma boa, lenta e simples melodia romântica. Quem não gosta?

O filme conta a história de Alex (Winslet) e Ben, duas pessoas que ficam presos num aeroporto e temem perder compromissos inadiáveis. Às vésperas de seu casamento, Alex decide fretar um jatinho e convida Ben para dividir as despesas. Após um acidente, o avião acaba caindo em uma região montanhosa tomada por neve, sem vestígios de civilização. Os dois, então, devem decidir se permanecem no local e esperam por um socorro ou se procuram alguma cidade ou moradia por perto. Dá pra imaginar o final, não dá?

Está no Telecine e recomendo somente para quem é fã da Kate ou gosta de água com açúcar.


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