De Volta ao Jogo

De Volta ao Jogo é um game. Call of Duty. Se você não tem ideia do que falo, de uma espiada aqui. Mas, a rigor, é um jogo de tiro na primeira pessoa. Isso quer dizer que o jogador é quem encarna o personagem e mata todo mundo que aparece pela frente. Guarde-se as diferenças – o game ocorre em cenário de guerra e o filme em Nova York em tempos de paz – a essência é a mesma.

E isso quer dizer que o filme é ruim? Não. Não quer. Ele é tão bom quanto o jogo é. Tem qualidade, é bem feito, distrai, diverte, tem ótima trilha sonora e por aí afora.

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O que pretendo dizer com isso é simples: tem que estar preparado. Só começa a jogar um game de tiros quem gosta de tiroteio. O mesmo vale para De Volta ao Jogo.

É um daqueles longas com todos os quesitos que o gênero exige. Além de muita ação e muitos, muitos tiroteios, têm boas lutas, corridas de carro, vingança como argumento, bandido idiota arrogante até não querer mais e mocinho de poucas palavras e muita energia.

Sangue bom

Além disso, como um plus, possui bons atores, com um elogio pelo ótimo desempenho ao boa praça Keanu Reeves e também para o feioso Williem Dafoe, que infelizmente tem um papel menor.

O longa faz parte da franquia John Wick, e, confesso, não vi os outros da série. Mas verei.

Enfim, está no Netflix e, nunca esquecendo que tem que gostar da coisa, vejam.

Mas não espere mais do que o gênero pode oferecer.

 


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