Chapo: El Escape Del Siglo

Provavelmente seja uma das histórias mais ricas do mundo das drogas. Há quem desconfie que autoridades políticas acima de qualquer suspeita estão por trás de El Chapo. Ele é nada mais nada menos que o maior traficante do mundo.

Um breve resumo. Joaquín Archivaldo Guzmán Loera, com a alcunha de “El Chapo” (Badiraguato, 25 de dezembro 1954 ou 4 de abril de 1957) é um mexicano ligado à “Alianza de Sangre”, também conhecida como Cartel de Sinaloa.  Um dos grupos mais violentos do planeta. É considerado pelas autoridades como um dos mais poderosos traficantes de drogas do mundo e era um dos “barões” mais procurados no México e nos Estados Unidos. Guzmán conseguiu escapar em 2001 e 2015 das prisões mexicanas. Em 8 de janeiro de 2016 ele foi preso novamente após seis meses da sua segunda fuga (a do túnel de 1,5 km em um moto). Desde então tem sido mantido sob custódia. 

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Não parece, mas esse é o bandidão

É  um criminoso mais folclórico e poderoso que Pablo Escobar. Imaginem o quão rico esse personagem para fazer um filme.

Fujam para as colinas…

Pois a produção mexicana Chapo: El Escape Del Siglo, é uma droga. Sem nenhum exagero. Tem um elenco deplorável, uma direção medíocre. A fotografia é uma lástima e, o pior de tudo, conseguiram transformar uma história magnífica, um argumento riquíssimo, em uma porcaria.

Sem querer exagerar, ele lembra aquelas novelas mexicanas de quinta qualidade que reprisavam incansavelmente anos atrás no SBT do Sílvio Santos.

Enfim, apesar de uma das figuras mais instigantes dos últimos tempos, apesar da riqueza biográfica de El Chapo, apesar de uma realidade tão fantástica, conseguiram fazer um longa que não merece seu tempo.

Não veja. Está no Netflix.


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