Bohemian Rhapsody

Falar de Bohemian Rhapsody em no máximo 250 palavras é impossível. Mas é isso o que tenho, por causa do deus Google.

Então, vamos lá. Primeiro um diálogo:

– O que você quer comigo?

– Quase tudo.

Imagine isso dito pelo marido a sua esposa justo quando ele descobre que é gay. Realmente – e contraditoriamente – é uma lição: amor não tem sexo, ou, melhor, não precisa de sexo. Ou – provavelmente – os dois. Precisa, sim, de duas pessoas. No mínimo. Somente isso.

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Só esse momento valeria o filme. Mas tem mais. Muito mais.

Têm as músicas, lindas, maravilhosas, emocionantes. Tecnicamente falando, tem a fotografia e os efeitos sonoros que são de extrema qualidade. A atuação sensacional de Rami Malek – inacreditável que seja o mesmo que participou do horroroso Independence Day: o Ressurgimento  é incontestável. O cara não interpretou Freddie Mercury, ele transformou-se em Freddie Mercury. Na verdade, o elenco todo é parelho em competência.

Enfim, o longa é um completo e complexo documento que mostra a – infelizmente – curta vida de um dos maiores gênios que a música já conheceu.

Total

O que realmente chama a atenção em uma obra gigantesca em todos os aspectos são os detalhes, como o diálogo lá de cima, e um abraço terno que Freddie dá em seu pai pouco antes de subir no palco para o apoteótico show Live Aid, que, a meu ver, mudou a história do rock. Lindo!

Por sinal, quase todos os 20 minutos do Queen no inesquecível show é muito bem interpretado e, sinceramente, me levou às lágrimas

Enfim, sei que decepcionei os leitores do Partiu Cinema com um palpite tão confuso e vago, mas, ainda estou sob forte emoção. Deve ser isso!

Vejam!

Viva o rock!

 


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