Assassinos Múltiplos

A vida de Frank – Antônio Banderas – sofre uma reviravolta quando sua esposa e filha são assassinadas. Determinado, faz um voto de silêncio e transforma-se em um homem sem limites que lutará até o fim para se vingar do assassino. Isso é Assassinos Múltiplos.

 

Nem sei por onde começo: se pela desastrosa interpretação de Banderas – um ator que admiro, protagonista em filmes como A Pele Que Habito, mas também em obras menores como Os 33, ou pelo enredo enfadonho, batido e – o pior de tudo – previsível, ou ainda pelos erros quase infantis de tão bobos que são.

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Melhor ser otimista: vou começar pelo que há de bom. A montagem. Muito bem feita além de ser uma excelente ideia. O filme é dividido em 5 partes e começa na 4. Isso deu uma dinâmica legal ao longa. Deixou ele, digamos, “assistível” , e inclusive desperta a curiosidade sobremaneira. Sinal que a técnica, bastante inovadora – não por começar com uma cena do meio do filme, mas por enumerar as partes e deixar isso claro – deu certo. Infelizmente o que há de bom fica somente nisso.

Muitos erros

De resto, como já referi lá acima, é muito ruim. Além da previsibilidade, fator que tem o poder de tornar um filme em uma grande porcaria, os erros são assustadores. Desde cicatrizes que somem em 24 horas e hematomas que se extinguem em momentos até sérios problemas de verossimilhança interna. O longa é basicamente um erro só.

Então, sendo objetivo como só o Partiu Cinema sabe ser: não veja Assassinos Múltiplos. Não vale o teu tempo. 

Está no Netflix.

 


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