A Exceção

A Exceção de acordo com o google: um agente da resistência holandesa na Segunda Guerra Mundial. Ele trabalha disfarçado para Wiston Churchill para infiltrar um agente na casa do Kaiser. Um perigoso romance entre um oficial alemão e uma jovem holandesa judaica, enquanto ocorre a corrida nazista para identificar e eliminar o agente por trás da deserção potencialmente desastrosa de seu ex-imperador para a Inglaterra. (A redação é assim mesmo um tanto estranha).

A Exceção de acordo com quem gosta de cinema: uma linda e complexa história de amor. Um improvável amor.

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Um pouco de história: Guilherme II ou Wilhelm II (Berlim, 27 de janeiro de 1859 – Doorn, 4 de junho de 1941) foi o último Imperador alemão e Rei da Prússia de 1888 até sua abdicação em 1918 no final da Primeira Guerra Mundial. 

Aula?

Guilherme  liderou o Império Alemão para uma política bélica que ficou conhecida internacionalmente como “Novo Rumo”, culminando no seu apoio a Áustria-Hungria durante a crise política de julho de 1914 que levou à Primeira Guerra. Bombástico e impetuoso, por vezes Guilherme pronunciava-se de forma pouco cuidadosa sobre assuntos de grande sensibilidade sem consultar os seus ministros, uma atitude que acabaria por culminar numa entrevista desastrosa ao Daily Telegraph em 1908, que lhe custou grande parte de sua influência, autoestima e manchando sua imagem na Europa.

Pois o tórrido romance, verdadeiro argumento do filme, ocorre na casa do Kaiser perto do final de sua vida. Época em que o nazismo crescia e dominava implacavelmente a Europa e Guilherme nutria esperanças de voltar ao trono.

Esse contexto deixa um longa sobre um romance um verdadeiro documento histórico.

Vale a pena ver. Está no Telecine.


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