Kingsman: O Círculo Dourado

Após um ataque ao quartel general da Kingsman, três integrantes da organização, Eggsy, Roxy e Merlin, viajam para os Estados Unidos onde conhecem e afiliam-se à Statesman, versão americana da companhia de espionagem. A rigor, Kingsman: O Círculo Dourado, é isso.

O que chama a atenção nesta sequência inglesa, muito mais que dezenas de lutas (creio que exista inclusive um certo exagero da direção), efeitos, explosões e boas tomadas, é o elenco. De primeiríssima qualidade.

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 Taron Egerton, Julianne Moore, Colin Firth, Mark Stron, Halle Berry, Jef Brides e o ótimo Pedro Pascal (cara de cowboy – o policial da série Narcos) são um time e tanto, capaz de deixar no chinelo grandes produções do cinema hollywoodiano. Na verdade o personagem principal interpretado por Taron Egerton é o mais chatinho de todos. Limitado, até. Em compensação, no papel de vilã Julianne Moore dá um show de beleza e interpretação. Pascal também explora de forma consistente seu personagem, uma mistura de peão com zorro, algo meio maluco. Mas ficou legal.

Ideia de fora

Uma pessoa que tem uma opinião bastante “limpa” sobre cinema e que eu respeito muito, resumiu em uma pequena frase o que achou sobre o filme: “Não gostei. É tudo muito exagerado”. E eu concordo. É diversão pura, claro, mas até nesse tipo de filme deve haver um limitador, algo que torne tudo, por mais fantasioso que seja, aceitável. Pelo menos.

Enfim, está no telecine e caso você goste muito de aventura, mas aventura mesmo, veja.

Ou, sem spoiler algum, se for fã do Elton John, veja também.


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